Lançamento imobiliário exige funil próprio porque o produto ainda não é procurado por nome. A estrutura que funciona usa Meta no topo para despertar interesse, remarketing no meio para nutrir e Google no fundo para capturar quem já busca o empreendimento.
Por que lançamento exige funil próprio
Lançamento imobiliário não tem demanda de busca no início porque o produto ainda não existe na cabeça do comprador. Ninguém pesquisa o nome de um empreendimento que acabou de ser anunciado. Isso inverte a lógica da captação: em vez de capturar demanda existente, é preciso construí-la — e só depois colher no Google, quando o nome já circula.
É a diferença fundamental para imóvel pronto, em que a busca por bairro e tipologia já existe e o trabalho é aparecer nela. Aplicar a estratégia de pronto em lançamento produz volume baixo e caro.
As três fases do lançamento
Pré-lançamento
Objetivo é formar base antes da abertura de vendas. Mídia de topo no Meta, com oferta leve — plantas, condições especiais para primeiros interessados, informação sobre a região. Ainda não se vende: qualifica-se.
Abertura de vendas
Momento de maior intensidade. A base formada é ativada e a mídia sobe nos três níveis simultaneamente. É quando o Google passa a ter volume, porque o nome do empreendimento começa a ser pesquisado.
Sustentação
Após o pico, o funil vira operação contínua sobre remanescentes. Custo por lead sobe, porque o público mais quente já foi trabalhado — e é aqui que a base de leads não convertidos das fases anteriores tem mais valor.
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Falar no WhatsAppCanal por etapa do funil
| Etapa | Canal principal | Objetivo |
|---|---|---|
| Topo | Meta Ads | Apresentar o empreendimento e formar base |
| Meio | Meta + remarketing | Nutrir quem interagiu e manter aquecido |
| Fundo | Google Ads (busca) | Capturar quem já pesquisa pelo nome |
| Reengajamento | Remarketing + base própria | Recuperar quem não converteu |
| Sustentação | Google + base | Vender remanescentes com custo controlado |
Estrutura de referência para lançamento imobiliário. A distribuição de verba entre etapas varia conforme porte do empreendimento e prazo de vendas.
A estrutura que funciona usa Meta para gerar demanda e Google para capturá-la. O anúncio no feed apresenta o empreendimento e desperta interesse; dias ou semanas depois, o mesmo interessado pesquisa o nome no Google e encontra o anúncio de busca. Medir os canais isoladamente subestima o papel do Meta, porque a conversão final é creditada ao último clique — e leva a cortar justamente o canal que originou a demanda.
Vale reforçar que a identificação de CRECI é obrigatória em todas as peças, com o número em no mínimo 25% do tamanho da fonte do nome, conforme a Resolução COFECI nº 1.065/2007. Em lançamento, com alto volume de criativos, esse é um ponto que costuma escapar.
O que medir em cada fase
Cada fase tem um indicador que importa mais, e usar a métrica errada leva a decisão errada.
- Pré-lançamento: volume de base formada e custo por cadastro — não venda.
- Abertura: custo por visita ao estande e taxa de conversão da base ativada.
- Sustentação: custo por venda e aproveitamento da base não convertida.
- Transversal: tempo de resposta ao lead, que afeta todas as fases.
- Atribuição: primeiro clique além do último, para não subestimar o topo.
Cobrar venda do pré-lançamento é o erro clássico. Nessa fase o objetivo é formar base qualificada — se a métrica for venda, corta-se a mídia que estava construindo o público que compraria na abertura.
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Falar no WhatsAppErros que afundam um lançamento
- Começar a mídia na abertura — sem base formada, o pico não acontece.
- Só campanha de conversão — ignora que a demanda precisa ser construída.
- Cobrar venda do topo de funil — corta a mídia que gera o público da abertura.
- Atribuição só por último clique — subestima o Meta e desmonta o topo.
- Descartar base não convertida — é o ativo mais valioso da sustentação.
- Criativo sem CRECI proporcional — em desacordo com a Resolução COFECI 1.065/2007.
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Perguntas frequentes
Última atualização: julho de 2026.